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Um nível acimaAcidente terrível na F1
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Semana Curta
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ENGENHEIROS & ADVOGADOS
Esta é velha, mas nosso blog é novo e a merece em seus registros! :-)
Três engenheiros e três advogados estavam viajando de
trem para um
congresso. Na estação, os três advogados
compraram um bilhete cada um, mas
viram que os três
engenheiros compraram um só bilhete.
- Como é que os
três vão viajar só com um bilhete?,
perguntou um dos advogados.
- Veja e
verá, respondeu um dos engenheiros.
Então, todos embarcaram. Os advogados
foram para suas
poltronas mas os três engenheiros se trancaram juntos
no
banheiro. Logo que o trem partiu, o fiscal veio
recolher os bilhetes. Ele
bateu na porta do banheiro e
disse:
- O bilhete, por favor.
A porta
abriu só uma frestinha e apenas uma mão
entregou o bilhete. O fiscal pegou e
foi embora.
Os advogados viram e acharam a ideia genial. Então,
depois
do congresso, os advogados resolveram imitar os
engenheiros na viagem de
volta e, assim,economizar um
dinheirinho (reconhecendo a inteligência
superior dos
engenheiros).
Quando chegaram na estação, compraram só um
bilhete.
Para espanto deles, os engenheiros não compraram
nenhum.
-
Mas, como é que vocês vão viajar sem passagem? um
advogado perguntou
perplexo.
- Olhe e veja, respondeu um dos engenheiros.
Todos
embarcaram e os advogados se espremeram dentro
de um banheiro e os
engenheiros em outro banheiro ao
lado.
O trem partiu. Logo depois, um
dos engenheiros saiu,
foi até a porta do banheiro dos advogados. Bateu e
disse firme:
- A passagem, por favor!
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Feliz Páscoa
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Curiosidades Intrigantes
(Não parece valer a pena.)
(Agora sim!)
(Uau!)
(Na minha próxima vida, quero ser um porco!)
( .... Ainda não consegui esquecer o porco .... )
(Não tente isso em casa; talvez no trabalho!)
("Querida, cheguei! O que is.....")
(Trinta minutos...que porco sortudo! Dá pra imaginar?)
(O que é que pode haver de tão saboroso no fundo de um rio?)
(Ainda prefiro ser um porco na minha próxima vida...qualidade é melhor que quantidade!)
(Isso eu sempre quis saber)
(Hmmmmmmmm...)
(E se a pessoa for ambidestra?)
(E é melhor que seja assim!)
(E alguém foi pago para descobrir isso?!)
(Conheço gente assim)
(Conheço gente assim também)
(Se eles começarem a usar o outro lado, viverão mais ??? )
(E aquele porco???)
(Esse porco vai me tirar o sono...)
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Propagandas Curiosas
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Cliente da VIVO
Carta de agradecimento de um cliente da VIVO!!!
Tempo de confraternização e agradecimentos!
Entre tantos que colaboraram para que 2003 fosse o fosso que foi,lembro-me
carinhosamente desta grande operadora de relógios digitais chamada VIVO,da
qual sou cliente! Esta grande companhia de coração imensurável! Tão humana
que não valoriza o material, o equipamento, a tecnologia! Faz questão de
emudecer seus aparelhos, estimulando cada vez mais o contato pessoal, as
caminhadas, o consumo de combustível, enfim... a aproximação entre os
homens.
Quero agradecer neste momento as chamadas que a Vivo evitou que eu
atendesse. Essas pessoas inconvenientes que, em pleno dia da semana, me
procuravam para fechar negócios! Bem fez a Vivo em emitir radiosas mensagens
de que eu estava com o aparelho desligado. Eles que busquem meus
concorrentes! Viva o espírito, abaixo o vil metal.
Não posso me esquecer das mulheres. Ah, essas mulheres que nos telefonam! Em
busca do que? Do prazer pelo prazer, do sexo pelo sexo, essas pecadoras!
Agradeço ao meu calado Samsung, que me ajudou a passar noites e noites
meditando, lendo livros do Paulo Coelho e assistindo A Noite é uma criança
daquele gênio da comunicação chamado Otávio Mesquita. As mulheres que
distraiam outros, porque eu quero é cultura, é vida, é lucidez!
A Vivo na constante preocupação com o humano, com o metafísico, com o bem
estar espiritual dos seus clientes ainda me proporcionou separar os
verdadeiros amigos daqueles falsos, superficiais. Os verdadeiros
companheiros não desistem após cinco ou seis tentativas! Continuam e
continuam e continuam tentando. Com isso, memorizam nosso número, pensam em
nós com carinho, exercitam a transmissão de pensamento.
E, no capítulo da caixa postal, uma atenção especial a esta grande operadora
de calculadoras eletrônicas: agradeço os momentos de ternura e humor que
passei resgatando recados guardados nos modernos e valvulados equipamentos
Vivo: recados que recebi e ninguém me informou; mensagens que me informaram
e nunca recebi; convite para o churrasco de Domingo, avisado na terça-feira;
aviso de vencimento de conta do dia 20, recebido no dia 30; o recado urgente
da (ex) amante, que ficou esperando na chuva; o filho que eu não peguei na
escola; o pai que perdeu o avião; os desaforos que ouvi sem saber o porquê.
Finalmente, agradeço as utilíssimas mensagens que recebi pontualmente às
três ou quatro da madrugada, avisando que eu ganhara sensacionais torpedos a
serem utilizados entre clientes Vivo até março de 2004. Quantos momentos
felizes. Quanta alegria! Quanto sentimento Vivo! A esta gigantesca
multinacional da agenda eletrônica, o meu muito obrigado! Obrigado pela
cultura que tive que adquirir, ao buscar entender o que é sombra, pane
temporária , manutenção preventiva; interrupção de serviços para melhoria de
sua qualidade ... ora, não sejam modestos... é impossível melhorar o que já
é perfeito!!!! O silêncio é a virtude das virtudes! Viva a Vivo! Penso, logo
existo! Vivo, logo emudeço!
Não é só! As antenas da Vivo estimulam a busca pelos pontos de melhor sinal.
Quer telefonar? Pegue seu carro, vá até o telhado da Caixa D água da
Higienópolis ou ao 13º. andar do Tower Shopping. Dois pontos ótimos para
conversar das 4 às 7 da manhã, com janelas abertas. Marque um sarau com seus
amigos. Isso é gente, isso é Vivo!!!
Aos atendentes Vivo, meu muitíssimo obrigado! Obrigado por pedir o número do
livro de registro do meu nascimento no Cartório de Registro Civil. Vocês têm
razão: quem garante que eu sou eu? E se outra pessoa quiser pagar a conta no
meu lugar ou imaginem!!!! reclamar da qualidade do meu intocável Samsung?
(intocável porque nunca toca...) Isso mesmo, amigos... saibam que, após
ligar para vocês, passei a duvidar da minha existência. Isso é filosofia!
Isso é Vivo!!! E obrigado por me fazer pensar na minha reclamação,
insistindo que todos os clientes da Vivo estão satisfeitos e só eu reclamo o
tempo todo. Isso é que é atendimento personalizado. Na verdade, o silêncio
do meu Vivo é como a dor: puramente psicológica!
Como sou proprietário de um aparelho chamado pré-pago, tenho alguns
agradecimentos adicionais. Reconheço: sou pré-pago. Sou praticamente um
marginal. Eu não presto. Sou o chato da pulga do piolho da ameba. Mereço
todo tipo de açoite, de castigo, de constrangimento. Agradeço a Vivo
enquanto levo as chibatadas. Sei que quando compro 30 reais de crédito,
vocês me dão 45. E, se no meio de uma ligação com um cliente, eu for
surpreendido com uma mensagem de que meus créditos terminaram, sei que a
Vivo faz isso pelo meu bem. Apesar de anunciar que eu ainda tenho cento e
três reais e oitenta centavos de crédito, eu deveria saber que são créditos
de ouro, que servem somente para eu conversar com outros gênios
proprietários de Vivo... ou seja, eu que arranje clientes entre a minha
comunidade!!! Quem mandou eu querer falar com um estranho? Ele que busque os
seus iguais. Eu sou mais Vivo!!!!
O bonequinho da Vivo é aquele sem boca (não fala) e sem ouvido (não ouve).
Típica propaganda realista.
Outra prova de respeito ao consumidor: quando me tiraram da Sercomtel,
prometeram que minha conta iria diminuir. É verdade, eu pago menos, pois
nada falo. Os aparelhos Vivo têm agenda, calculadora, relógio e joguinhos.
Eu ainda quero um telefone? Isso é exigir demais!
Feliz Natal para todos!
Escrevo porque sou Vivo! Não o fosse, telefonaria!
Um abraço de um cliente satisfeito !!
Trabalhar pode ser prejudicial à saúde, segundo o médico
GILBERTO URURAHY
A corrida pelo aumento da produtividade tem um custo elevado para os executivos e suas empresas. O estresse vence e as doenças modernas se multiplicam.
“Trabalhar pode prejudicar gravemente sua saúde.” É difícil imaginar o governo ou mesmo qualquer entidade de classe liderar campanha publicitária em televisões, em outdoors ou em jornais com os dizeres acima em letras garrafais. Entretanto, as estatísticas são cruéis. As doenças modernas, aquelas que têm como pano de fundo o estresse crônico, aumentam a cada ano.
A produção exagerada dos hormônios gerados pelo estresse (adrenalina e cortisol) tem provocado baixas importantes no campo corporativo. Acidente vascular cerebral hemorrágico para Paula, 47 anos, diretora de banco; infarto do miocárdio para Ricardo, 45 anos, diretor de multinacional da área de serviços; depressão para Teresa, 42 anos, diretora de relações externas de empresa de bebida são alguns exemplos, pegos ao acaso, entre numerosas vítimas, cada vez mais jovens, do estresse crônico. Alguns incapacitam, outros... matam.
Segundo pesquisa realizada em nossa clínica, o estresse crônico representa o principal fator de risco para a saúde dos executivos: três a cada cinco homens e uma a cada três mulheres sofrem do mal.
Após realizarmos mais de 25 mil check-ups médicos em executivos de ambos os sexos, ao longo dos últimos 15 anos, encontramos o seguinte perfil de saúde:
• 80% se alimentam mal;
• 65% são sedentários (alegam a fadiga como causa);
• 50% usam álcool regularmente (como relaxante pelo excesso de adrenalina produzida);
• 45% fumam;
• 26% têm insônia;
• 25% apresentam alterações das gorduras sangüíneas — como baixas do HDL (colesterol bom) e elevações do LDL (colesterol ruim) e dos triglicerídeos;
• 20% se automedicam (tranqüilizantes, analgésicos, antiácidos, estatinas...);
• 19% têm hipertensão arterial;
• 16% sofrem de gastrite;
• 12% são obesos;
• 12% das mulheres apresentam infecções ginecológicas, em função da baixa de imunidade;
• e 6% são diabéticos.
Um percentual importante da população examinada apresenta, ao mesmo tempo, várias das condições acima descritas.
Segundo alguns especialistas, o futuro será ainda mais sombrio. A continuar nesse ritmo, as condições de trabalho atuais conduzirão a uma explosão de invalidez gerada por problemas físicos e emocionais. Mas, como chegamos a este ponto? Em uma economia cada vez mais globalizada, as empresas devem permanentemente melhorar a sua produtividade para enfrentar a concorrência em relação a preços e/ou aumentar a qualidade do serviço, sob pena de perder mercado. A palavra de ordem é competitividade.
Assim, o trabalho tem-se intensificado no campo corporativo, em que se observa uma mobilização instantânea máxima das capacidades humanas.
A rotina dos executivos é uma roda-viva massacrante. Viagens freqüentes, com fusos-horários desnorteantes, resultam em noites maldormidas que agridem fortemente seus relógios biológicos.
Agendas rígidas e metas cada vez mais ambiciosas a serem atingidas. A vida pessoal foi colocada em que plano? Não há espaço para a individualidade. Toda a emoção é colocada no trabalho. Não há equilíbrio, inexistindo, portanto, bem-estar. Em boa parte dos casos, esses profissionais “moram” no trabalho e, eventualmente, dormem em suas casas. Conectados aos escritórios virtuais, possuem dois ou três aparelhos celulares e estão alcançáveis 24 horas por dia, durante sete dias da semana.
Sem tempo para uma reciclagem e muito menos disponibilidade emocional para o lazer, os executivos são reféns de um modo de vida monocórdio e pouco criativo. Por outro lado, no campo corporativo, precisam ser polivalentes e policompetentes, tendo como alvo o bônus previamente acordado.
Os dirigentes de recursos humanos mais lúcidos, preocupados com a segurança empresarial e conscientes de que o estresse excessivo acaba necessariamente pesando sobre os resultados das empresas, buscam várias maneiras para atenuar o mal. Palestras, seminários voltados para a qualidade de vida, academias de ginástica no seio da empresa...
As ações, no entanto, são sempre desenvolvidas em grupo, quando, na realidade, a abordagem do indivíduo deve ser individual. Exemplificando, o indivíduo deve conhecer quais são os fatores de risco para sua saúde, como se encontra o seu meio interno, seus metabolismos, a fim de estabelecer programas de promoção à saúde para a correção de qualquer desvio, impactando em forte segurança pessoal e empresarial.
Para enfrentar a competitividade desenfreada, nos países desenvolvidos as empresas começaram a posicionar a saúde de seus colaboradores no centro do pensamento organizacional e a escolha recaiu sobre a prevenção no mais amplo sentido. Programas de exames médicos periódicos, ações voltadas para a ergonomia no ambiente de trabalho, estímulo a programas de férias anuais...
Os resultados logo surgiram, representados pela diminuição do absenteísmo — em razão de doença ou acidente do trabalho —, o que permitiu a manutenção da engrenagem empresarial. Também foi possível reduzir custos com head hunters e com despesas médico-hospitalares e seguradoras, além de disseminar a percepção de segurança entre seus funcionários.
GILBERTO URURAHY é médico.- Category(s)
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